Aqui apresento mais um link para um blogue para quem gosta de fotografia e de ir aprendendo uma coisas descontraidamente.
http://visualsciencelab.blogspot.com/
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Abelha Maia!
Que saudades... do tempo em que os direitos de autor não eram guardados por uns gajos de cabelo rapado, matracas e especialização em direito comercial. Fascizóides...
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
ENVC
Estaleiros Navais de Viana do Castelo. O último bastião da construção naval séria em Portugal. Depois de anos de declínio, desinvestimento e impotência perante a concorrência, voltaram a ver luz ao fundo do túnel durante o mandato de Paulo Portas (CDS-PP) como ministro da defesa. Contratos, parcerias, transferências de tecnologia...
O navios de patrulha oceânicos (os dois barcos a cinzento na imagem) sofreram de defeitos crónicos durante a construção por dois grandes motivos: depois de duas décadas e meia de desinvestimento na Marinha e na Indústria (e no resto do País), uns já não sabiam projectar navios de guerra e outros já não os sabiam construir. O conceito, inovador na altura e com governos estrangeiros interessadíssimos em adquirir, foi já assimilado por outros construtuores navais, que já produziram unidades que realmente funcionam. As nossas duas primeiras embarcações ainda estão em Viana à espera de ver todos os problemas resolvidos. Entretanto, os investimentos voltaram a ser cortados, e vamos ficar sem saber se duas embarcações é o suficiente para voltar a ganhar práctica de projectar e construir, sendo agora a expectativa de saber se os ENVC mantêm as portas abertas ou não.
A ajudar à festa, aos 22 M€ de prejuízo e 60 M€ de passivo, o ferry Atlântida (46 M€, canto superior esquerdo da imagem) foi rejeitado pelo Governo Regional dos Açores porque não cumpria a velocidade máxima contratualizada, cerca de 1,4 nós a menos do que devia. Para quem não sabe, estamos a falar de 2 km/h.
Hummmmmmmm...
Cheira a esturro, tasjaber?
Sabores do Mundo!
A que sabe o mundo? Depende do estado de espírito. Pode saber a Cadbury, Chupa Chups, Happydent, mentos, não sei a quê, a Mars...
sábado, 4 de dezembro de 2010
E-3: Fragata ao fundo?
Acabadinha de sair, a Olympus E-5 veio (finalmente) substituir a E-3. No fundo a mesma máquina, apresenta a capacidade de filmar a 720p, um sensor melhorado e um processador muito melhorado que atacam o ponto fraco (?) da E-3 que é o ruído a ISO's mais elevados. O mercado profissional oblige e o futuro dirá se será suficiente para manter a Olympus dentro do jogo, dominado pelas Canikon.
Nunca me perturbaram estes defeitos/idiossincrasias da E-3, e como não há dinheiro para a substituir vai-se manter ao meu serviço. Aguardo (pacientemente) por novas lentes do sistema 4/3 que venham colmatar as brechas: Uma focal fixa 17mm f1.? e uma 70-300mm f4.0-5.6 com focagem SWD seriam cerejas no topo do bolo...
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
"I'll be back!", ou...
... "O regresso do Jedi", ou "Batman returns", ou até o eterno "O regresso do careca".
Quando todos (quero dizer, os seis que seguem este blogue) pensavam que tasjaber? já engrossava a lista de projectos falhados da internet ou das renúncias do PEC, eis que cá estou outra vez.
Porquê?
Porque já mudei de casa.
Porque estou farto de trabalhar.
Porque preciso de partilhar coisas que não dizem respeito a mais ninguém.
Porque está frio e chove.
Porque finalmente capitulei perante a patroa e acedi a colocar cabo.
Agora aturem-me. Outra vez.
Quando todos (quero dizer, os seis que seguem este blogue) pensavam que tasjaber? já engrossava a lista de projectos falhados da internet ou das renúncias do PEC, eis que cá estou outra vez.
Porquê?
Porque já mudei de casa.
Porque estou farto de trabalhar.
Porque preciso de partilhar coisas que não dizem respeito a mais ninguém.
Porque está frio e chove.
Porque finalmente capitulei perante a patroa e acedi a colocar cabo.
Agora aturem-me. Outra vez.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Por oceanos nunca antes navegados?
Nos dias que correm, surge-nos uma grande incógnita: Será a vida dos nossos filhos melhor do que a nossa?
Após pelo menos um século em que cada geração conseguiu legar uma vida melhor e mais próspera à posterior, finalmente, o ciclo inverteu-se e a geração dos filhos de Abril parece desiludida quanto à aspiração de viver tão bem quanto a geração de Abril (muito por causa do presente envenenado que esta deixou).
Neste momento, a fasquia consiste em aguentar a tempestade e esperar que passe.
A conjuntura económica e política sem luz no fundo do túnel, os custos acrescidos que surgem na constatação (quando surgem os rebentos) de que o sistema público de creches e infantários é insuficiente e o privado é caro, a educação e a saúde são cada vez menos "tendencialmente gratuitas", o endividamento para compra de habitação a preço especulado que se contraiu na expectativa de que "custa no início, mas depois as coisas vão melhorar", o aumento sucessivo de impostos para manter a máquina estatal (os tais da geração de Abril) e os desfavorecidos que se querem desfavorecidos para se manterem elegíveis e eleitores, as reformas aos 127 anos de idade, as medidas de contenção e os pactos de estabilidade pagos pelos do costume, o aumento do custo dos transportes privados e públicos, o excesso de licenciados, a geração 500 euros e o desemprego, as deslocações das indústrias e as importações dos mesmos produtos de países terceiro-mundistas que os nossos políticos decidiram tornar nossos parceiros iguais no comércio enquanto se fecham os olhos aos défices sociais e democráticos...
... Bom, nada disso são bons ventos para nós e a geração que nos vai suceder. Godspeed!
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