sábado, 5 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Novo emprego
Aspiro a um novo emprego.
De facto, quase me atrevo a dizer que seria um tacho, não fosse a minha aspiração solene e propositada e o cargo de elevada responsabilidade.
Partilho convosco o email que enviei ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara de Guimarães:
de tasjaber@gmail.com
para geral@cm-guimaraes.pt
cco direccao.editorial@publico.pt, jn.online@jn.pt, not.guimaraes@mail.telepac.pt, tasjaber@gmail.com
data 29 de janeiro de 2011 23:55
assunto Fundação Cidade de Guimarães - Candidatura a Presidente
enviado por gmail.com
Ex mo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Guimarães,
Tendo chegado à minha atenção os salários praticados na Fundação Cidade de Guimarães, venho pelo presente propor-me a Presidente da mesma.
Tenho consciência da audácia da minha proposta mas estou seguro que, após uma explanação das mais valias da mesma, merecerá a devida atenção de Vexa. Não vou entrar em pormenores acerca do meu curriculum vitae, dado achar que o mesmo não trará nenhuma vantagem nítida sobre a actual Presidente da Fundação mas, tendo em conta as dificuldades económicas que a região do Vale do Ave e as suas gentes actualmente atravessam, julgo que a minha será uma Presidência popular e que beneficiará imenso a economia local.
Assim, a minha candidatura espontânea ao cargo de Presidente da Fundação Cidade de Guimarães é acompanhada do compromisso de, devidamente liquidados os necessários impostos, doar metade do actual vencimento a uma instituição de solidariedade social ou qualquer outra instituição de utilidade pública de escolha de Vexa. que ajude a atenuar as dificuldades que o povo mais humilde de Guimarães actualmente atravessa.
Atenciosamente,
Tasjaber?
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: tasjaber
Data: 29 de janeiro de 2011 23:15
Assunto: tasjaber enviou-lhe o seguinte texto
Para: tasjaber
Mensagem: Comentário
Guimarães 2012 gasta 1,3 milhões de euros por ano em salários
Samuel Silva
A Fundação Cidade de Guimarães (FCG), entidade que gere a Capital Europeia da Cultura de 2012, vai gastar quase oito milhões de euros em vencimentos até ao final do seu mandato. Só o conselho de administração (CA), presidido por Cristina Azevedo, custa à instituição 600 mil euros por ano.
De facto, quase me atrevo a dizer que seria um tacho, não fosse a minha aspiração solene e propositada e o cargo de elevada responsabilidade.
Partilho convosco o email que enviei ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara de Guimarães:
de tasjaber@gmail.com
para geral@cm-guimaraes.pt
cco direccao.editorial@publico.pt, jn.online@jn.pt, not.guimaraes@mail.telepac.pt, tasjaber@gmail.com
data 29 de janeiro de 2011 23:55
assunto Fundação Cidade de Guimarães - Candidatura a Presidente
enviado por gmail.com
Ex mo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Guimarães,
Tendo chegado à minha atenção os salários praticados na Fundação Cidade de Guimarães, venho pelo presente propor-me a Presidente da mesma.
Tenho consciência da audácia da minha proposta mas estou seguro que, após uma explanação das mais valias da mesma, merecerá a devida atenção de Vexa. Não vou entrar em pormenores acerca do meu curriculum vitae, dado achar que o mesmo não trará nenhuma vantagem nítida sobre a actual Presidente da Fundação mas, tendo em conta as dificuldades económicas que a região do Vale do Ave e as suas gentes actualmente atravessam, julgo que a minha será uma Presidência popular e que beneficiará imenso a economia local.
Assim, a minha candidatura espontânea ao cargo de Presidente da Fundação Cidade de Guimarães é acompanhada do compromisso de, devidamente liquidados os necessários impostos, doar metade do actual vencimento a uma instituição de solidariedade social ou qualquer outra instituição de utilidade pública de escolha de Vexa. que ajude a atenuar as dificuldades que o povo mais humilde de Guimarães actualmente atravessa.
Atenciosamente,
Tasjaber?
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: tasjaber
Data: 29 de janeiro de 2011 23:15
Assunto: tasjaber enviou-lhe o seguinte texto
Para: tasjaber
Mensagem: Comentário
Guimarães 2012 gasta 1,3 milhões de euros por ano em salários
Samuel Silva
A Fundação Cidade de Guimarães (FCG), entidade que gere a Capital Europeia da Cultura de 2012, vai gastar quase oito milhões de euros em vencimentos até ao final do seu mandato. Só o conselho de administração (CA), presidido por Cristina Azevedo, custa à instituição 600 mil euros por ano.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Em Fafe ninguém fanfa!...
...E, pelos vistos, em Guimarães também não. Será que o Corpo de Intervenção é presença assídua na carreira 300?
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
SNS, SOS?
Ia começar este post a maldizer o nosso querido Serviço Nacional de Saúde, mas acho que seria como chover no molhado. Em vez disso vou textualizar a minha ideia salvadora da pátria dos cuidados de saúde previdentes.
Acho que o problema do SNS é o mesmo do Estado. É grande, complexo, mal gerido, cheio de funcionários e, para mal dos seus pecados, foi agora entregue à concessão dos amigos em negócios onde o prejuízo dos gestores não é possível. Face a este cenário, a ideia de acabar com o SNS e entregar a Saúde aos privados ganha corpo, e já há quem se apresente como candidato a Primeiro Ministro com esta ordem de ideias. No entanto, a simples renúncia por parte do Estado dos seus deveres previdentes e sociais e entrega dos cuidados de saúde aos privados não será nunca uma medida tendo em vista os melhores interesses do cidadão comum.
O sector privado tem apenas um único objectivo em vista: o lucro. Isto não é, por si só, defeito! O lucro é saudável numa economia de mercado, especialmente se for reinvestido na economia. O problema é que o Estado tem cultivado estranhos hábitos de investir o dinheiro do contribuinte em infraestruturas internas incontornáveis e logo de seguida atribuir a sua exploração a concessionários ou ainda privatizar as empresas públicas à volta de monopólios. É a mesma coisa que dizer: Estou farto de gastar dinheiro, podes ficar com os lucros! É claro que as empresas privadas sabem que o melhor que lhes pode acontecer é viverem à sombra da bananeira chamada Estado Português. Isso da economia de mercado é muito bonito, mas dá trabalho, é preciso ser competitivo, tem riscos...
Do parágrafo anterior, podemos tirar uma ilação: A Saúde na mãos dos privados seria uma grande festa para estes, mas o cidadão teria que ter bolsos fundos mesmo que fosse o Estado a pagar a factura.
Dou um exemplo, conhecido daqueles que têm ADSE e frequentam clínicas que têm acordos com esta instituição: O tratamento é de luxo, não falta sequer chá e bolachinhas enquanto se espera (pouco). Os médicos são atenciosos e não poupam nas análises, para contentamento dos utentes que pagam apenas uma pequena percentagem do seu custo. No entanto, uma análise leiga não deixa de deixar dúvidas quanto à sua real necessidade. A ADSE paga, e bem, estas análises e procedimentos talvez desnecessários e, como resultado, vê-se na necessidade de colmatar a sangria dos seus fundos com redução de benefícios aos agregados familiares e aumento de contribuições por parte dos funcionários. E, no fim, os utentes não deixam de sentir que, quando as coisas são mesmo sérias, deixam de ser interessantes para o privado, que os remetem para o público. "Vão morrer longe!", parecem dizer.
Ao mesmo tempo, assistimos a situações em que o Estado passa a obrigar os seus funcionários a requerer as suas baixas médicas no SNS, devido à facilidade com que os privados as passam a pedido, na tentativa de reduzir os custos do absentismo dos seus funcionários, recordistas nesta matéria quando comparados com os colegas do sector privado. Há aqui qualquer coisa que não bate certo!
Assim, e finalmente, passo a expor a minha ideia:
Porque não deixar à gestão privada as questões mais mundanas da saúde, nomeadamente as entorses, gripes, constipações, etc., a par das despesas correspondentes com baixas médicas e as suas fiscalizações, retendo o Estado a responsabilidade de tratar os assuntos mais sérios sem olhar a meios para tratar os pacientes? Uma parte das contribuições para a Segurança Social passariam a ser entregues a seguradoras, à escolha do contribuinte, que passariam a cobrir estes custos, enquanto outra parte continuaria a reverter para um SNS centralizado em hospitais distritais (por exemplo) que teriam as melhores condições para tratar os casos mais sérios (acidentes, doenças prolongadas, etc.)? Imaginem um hospital sem pessoas à espera de tratar de entorses ou constipações, apenas dedicado a coisas mais sérias! Enquanto isso, na gestão privada seria lógico o investimento em medicina preventiva e outras medidas no sentido de maximizar o lucro, ao mesmo tempo que teriam de assegurar condições adequadas aos utentes sob pena de perderem o seu alvará! O absentismo seria reduzido quer na função pública quer nos trabalhadores do sector privado, graças ao olhar atento das seguradoras. Os cuidados médicos seriam sérios e completos, graças ao risco de processo judicial e indemnização, ao mesmo tempo que os médicos teriam sempre a válvula de escape que seria a possibilidade de enviar os pacientes sérios para os hospitais do Estado.
Sou um génio, ou simplesmente idiota?
Acho que o problema do SNS é o mesmo do Estado. É grande, complexo, mal gerido, cheio de funcionários e, para mal dos seus pecados, foi agora entregue à concessão dos amigos em negócios onde o prejuízo dos gestores não é possível. Face a este cenário, a ideia de acabar com o SNS e entregar a Saúde aos privados ganha corpo, e já há quem se apresente como candidato a Primeiro Ministro com esta ordem de ideias. No entanto, a simples renúncia por parte do Estado dos seus deveres previdentes e sociais e entrega dos cuidados de saúde aos privados não será nunca uma medida tendo em vista os melhores interesses do cidadão comum.
O sector privado tem apenas um único objectivo em vista: o lucro. Isto não é, por si só, defeito! O lucro é saudável numa economia de mercado, especialmente se for reinvestido na economia. O problema é que o Estado tem cultivado estranhos hábitos de investir o dinheiro do contribuinte em infraestruturas internas incontornáveis e logo de seguida atribuir a sua exploração a concessionários ou ainda privatizar as empresas públicas à volta de monopólios. É a mesma coisa que dizer: Estou farto de gastar dinheiro, podes ficar com os lucros! É claro que as empresas privadas sabem que o melhor que lhes pode acontecer é viverem à sombra da bananeira chamada Estado Português. Isso da economia de mercado é muito bonito, mas dá trabalho, é preciso ser competitivo, tem riscos...
Do parágrafo anterior, podemos tirar uma ilação: A Saúde na mãos dos privados seria uma grande festa para estes, mas o cidadão teria que ter bolsos fundos mesmo que fosse o Estado a pagar a factura.
Dou um exemplo, conhecido daqueles que têm ADSE e frequentam clínicas que têm acordos com esta instituição: O tratamento é de luxo, não falta sequer chá e bolachinhas enquanto se espera (pouco). Os médicos são atenciosos e não poupam nas análises, para contentamento dos utentes que pagam apenas uma pequena percentagem do seu custo. No entanto, uma análise leiga não deixa de deixar dúvidas quanto à sua real necessidade. A ADSE paga, e bem, estas análises e procedimentos talvez desnecessários e, como resultado, vê-se na necessidade de colmatar a sangria dos seus fundos com redução de benefícios aos agregados familiares e aumento de contribuições por parte dos funcionários. E, no fim, os utentes não deixam de sentir que, quando as coisas são mesmo sérias, deixam de ser interessantes para o privado, que os remetem para o público. "Vão morrer longe!", parecem dizer.
Ao mesmo tempo, assistimos a situações em que o Estado passa a obrigar os seus funcionários a requerer as suas baixas médicas no SNS, devido à facilidade com que os privados as passam a pedido, na tentativa de reduzir os custos do absentismo dos seus funcionários, recordistas nesta matéria quando comparados com os colegas do sector privado. Há aqui qualquer coisa que não bate certo!
Assim, e finalmente, passo a expor a minha ideia:
Porque não deixar à gestão privada as questões mais mundanas da saúde, nomeadamente as entorses, gripes, constipações, etc., a par das despesas correspondentes com baixas médicas e as suas fiscalizações, retendo o Estado a responsabilidade de tratar os assuntos mais sérios sem olhar a meios para tratar os pacientes? Uma parte das contribuições para a Segurança Social passariam a ser entregues a seguradoras, à escolha do contribuinte, que passariam a cobrir estes custos, enquanto outra parte continuaria a reverter para um SNS centralizado em hospitais distritais (por exemplo) que teriam as melhores condições para tratar os casos mais sérios (acidentes, doenças prolongadas, etc.)? Imaginem um hospital sem pessoas à espera de tratar de entorses ou constipações, apenas dedicado a coisas mais sérias! Enquanto isso, na gestão privada seria lógico o investimento em medicina preventiva e outras medidas no sentido de maximizar o lucro, ao mesmo tempo que teriam de assegurar condições adequadas aos utentes sob pena de perderem o seu alvará! O absentismo seria reduzido quer na função pública quer nos trabalhadores do sector privado, graças ao olhar atento das seguradoras. Os cuidados médicos seriam sérios e completos, graças ao risco de processo judicial e indemnização, ao mesmo tempo que os médicos teriam sempre a válvula de escape que seria a possibilidade de enviar os pacientes sérios para os hospitais do Estado.
Sou um génio, ou simplesmente idiota?
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Preparados ou não, cá vem 2011!
Digam adeus a 2010, cá vem 2011! Não se aceitam reclamações ou devoluções de 2010 ou quaisquer ano passado, mesmo que estejam como novos e sem qualquer tipo de uso. Tivessem usado e abusado!
Se estão aliviados por saírem finalmente de 2010, não vale a pena estar cá com rodeios. Espero mesmo que 2011 vos traga tudo de bom e aquilo que querem que traga, mas o mais provável é apenas trazer aquilo que cada um merece e pelo que se esforçou em 2010, condicionado pelo que alguns se esforçaram (terá sido grande esforço?) por fazer nos últimos 25 ou 35 anos.
Não vale a plena espernear, é um facto consumado. Saiam de 2010, com jeitinho, mas saiam!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Dia na pré-primária
Não sou muito de partilhar a minha vida familiar com os outros, mas esta tem que ser.
Uma tia da minha mulher veio da Suiça passar cá uns dias antes do Natal e aproveitou para ser a primeira a dar uma prenda ao meu filhote de 5 anos, satisfazendo uma sua reindivicação de há muito tempo e, ao mesmo tempo, colocando a fasquia bem alto para todos nós, os outros que damos prendas na Consoada. Deu-lhe uma nintendo.
Resultado imediato foi ter cá em casa um miúdo em delírio e bastante relutante para tudo que não seja estar agarrado à consola do demo. Únicos pontos positivos a registar são o facto do pai também poder jogar se pedir com jeitinho e ambos os pais terem agora no castigo por suspensão dos direitos consolianos um aliado poderoso.
Hoje, à pergunta da mãe "que tal foi a escola hoje?", a resposta infantil foi "estive na escola o tempo todo a não jogar".
Nâo sei o que pensar disto. Alguém quer contribuir para a caixinha das sugestões?
Uma tia da minha mulher veio da Suiça passar cá uns dias antes do Natal e aproveitou para ser a primeira a dar uma prenda ao meu filhote de 5 anos, satisfazendo uma sua reindivicação de há muito tempo e, ao mesmo tempo, colocando a fasquia bem alto para todos nós, os outros que damos prendas na Consoada. Deu-lhe uma nintendo.
Resultado imediato foi ter cá em casa um miúdo em delírio e bastante relutante para tudo que não seja estar agarrado à consola do demo. Únicos pontos positivos a registar são o facto do pai também poder jogar se pedir com jeitinho e ambos os pais terem agora no castigo por suspensão dos direitos consolianos um aliado poderoso.
Hoje, à pergunta da mãe "que tal foi a escola hoje?", a resposta infantil foi "estive na escola o tempo todo a não jogar".
Nâo sei o que pensar disto. Alguém quer contribuir para a caixinha das sugestões?
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
The Visual Science Lab
Aqui apresento mais um link para um blogue para quem gosta de fotografia e de ir aprendendo uma coisas descontraidamente.
http://visualsciencelab.blogspot.com/
http://visualsciencelab.blogspot.com/
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Abelha Maia!
Que saudades... do tempo em que os direitos de autor não eram guardados por uns gajos de cabelo rapado, matracas e especialização em direito comercial. Fascizóides...
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
ENVC
Estaleiros Navais de Viana do Castelo. O último bastião da construção naval séria em Portugal. Depois de anos de declínio, desinvestimento e impotência perante a concorrência, voltaram a ver luz ao fundo do túnel durante o mandato de Paulo Portas (CDS-PP) como ministro da defesa. Contratos, parcerias, transferências de tecnologia...
O navios de patrulha oceânicos (os dois barcos a cinzento na imagem) sofreram de defeitos crónicos durante a construção por dois grandes motivos: depois de duas décadas e meia de desinvestimento na Marinha e na Indústria (e no resto do País), uns já não sabiam projectar navios de guerra e outros já não os sabiam construir. O conceito, inovador na altura e com governos estrangeiros interessadíssimos em adquirir, foi já assimilado por outros construtuores navais, que já produziram unidades que realmente funcionam. As nossas duas primeiras embarcações ainda estão em Viana à espera de ver todos os problemas resolvidos. Entretanto, os investimentos voltaram a ser cortados, e vamos ficar sem saber se duas embarcações é o suficiente para voltar a ganhar práctica de projectar e construir, sendo agora a expectativa de saber se os ENVC mantêm as portas abertas ou não.
A ajudar à festa, aos 22 M€ de prejuízo e 60 M€ de passivo, o ferry Atlântida (46 M€, canto superior esquerdo da imagem) foi rejeitado pelo Governo Regional dos Açores porque não cumpria a velocidade máxima contratualizada, cerca de 1,4 nós a menos do que devia. Para quem não sabe, estamos a falar de 2 km/h.
Hummmmmmmm...
Cheira a esturro, tasjaber?
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